PORQUE RAZÃO TODA A GENTE TEM UM iPOD – MODELO DA DIFUSÃO
Porque pegam algumas ideias – incluindo
as estúpidas – e tornam-se moda, enquanto outras luzem brevemente antes
de murcharem e desaparecem da vista?
Os sociólogos descrevem o modo pelo qual uma ideia ou produto interessante se torna popular como sendo <<difusão>>. Um dos estudos mais famosos é uma análise de Bruce Ryan e Neal Gross acerca da difusão
do milho híbrido nos anos 1930 em Greene Coutry, no Iowa. O novo tipo
de milho era melhor do que o antigo em todos os pontos, mas demorou
vinte e dois
anos a ser aceite.
Os investigadores da difusão chamaram aos
agricultores que mudam para o milho novo em 1928
<<inovadores>> e ao grupo um pouco maior que foi
influenciado por eles <<adaptadores precoces>>. Eram líderes
de opinião na comunidade, pessoas respeitáveis que observam as
experiências dos inovadores e depois juntaram-se-lhes. Foram seguidos,
no final dos anos trinta, pelas <<massas céticas>>, os que
nunca mudam nada antes de testado pelos agricultores de sucesso. Mas a
determinada altura até eles foram infetados pelo <<vírus do milho
híbrido>>, acabando por o transmitir aos conservadores puros e
duros, os <<atrasados>>.
MODELO DA DIFUSÃO – PONTO CRÍTICO
Traduzido num gráfico, este
desenvolvimento assume a forma de uma curva, típica do progresso de uma
epidemia. Começa por crescer gradualmente e depois alcança o ponto
crítico de qualquer produto novo quando muitos falham. O ponto crítico
de uma inovação encontra-se na transição dos adaptadores precoces para
os céticos, já que neste ponto existe um <<abismo>>.
De acordo com o sociólogo americano
Morton Grodzins, se os adaptadores precoces conseguirem fazer com que a
inovação transponha o abismo e chegue às massas céticas, o ciclo
epidémico alcança o ponto de viragem. A partir daqui, a curva sobe de
forma abrupta quando as massas aceitam o produto e volta a descer quando
as massas aceitam o produto e volta a descer quando já só faltam os
atrasos.
No caso das inovações tecnológicas, como o
iPod ou iPhone, o ciclo descrito acima é muito curto. Curiosamente, os
adaptadores precoces deixam acima é muito curto. Curiosamente, os
adaptadores precoces deixam o produto assim que as massas críticas o
aceitam, em busca da novidade seguinte. O modelo do abismo foi
apresentado pelo consultor e autor americano Geoffrey Moore.
Primeiro ignoram-nos, depois riem-se de nós, a seguir combatem-nos, e, no final, nós vencemos.Mahatma Gandhi
(como preencher – AQUI)
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