Há uma história
que já foi contada em tanto lado que é pouco provável que não a
conheças, mas vou reproduzi-la aqui também, porque acho que é uma
história importante.
Um professor queria demonstrar um conceito aos seus alunos e concebeu uma experiência. Pegou num vaso de boca larga e colocou algumas pedras grandes lá dentro. Então perguntou aos alunos: “Está cheio?” Unanimemente responderam: – “Sim!” O professor pegou noutro recipiente que tinha brita e despejou-o no vaso . As pedrinhas alojaram-se entre os espaços das pedras grandes. Voltou então a perguntar: – “E agora, está cheio?” Desta vez aos
alunos hesitaram, mas uns poucos responderam que sim. O professor retirou da gaveta uma lata de areia e começou a deitar a areia dentro do vaso preenchendo os espaços que havia entre as pedras mais pequenas. Pela terceira vez o professor perguntou se estava cheio e os alunos já não sabiam o que responder. Finalmente o professor pegou num jarro de água e despejou-a no vaso. A água ocupou o espaço que restava entre os grãos de areia. A demonstração estava feita e o professor perguntou se alguém gostaria de comentar o resultado. Um aluno levantou a mão e arriscou: – “Não importa quão preenchida está a nossa agenda, sempre se arranja tempo para mais alguma coisa.” Disse então o professor: “Não está mal, mas não é exatamente esse o significado da experiência. Se eu não tivesse colocado as pedras grandes primeiro, nunca teria conseguido colocar tudo dentro do vaso. E pediu ao aluno que tentasse repetir a experiencia por outra ordem qualquer. Ficou demonstrado que os materiais usados só entrariam todos no vaso, se as pedras maiores fossem colocadas em primeiro lugar. Continuou então o professor: “As pedras grandes representam as coisas mais importantes da nossa vida. Se damos prioridade às pequenas coisas, como ficou demonstrado, não teremos espaço para as que realmente interessam.”
A parábola torna o
conceito fácil de compreender. O que nem sempre é fácil é reconhecer a
importância relativa das coisas. Nem sempre conseguimos ver com clareza o
que é mais importante na nossa vida. Aqui há dias estava eu numa
formação sobre conteúdo e ouvi outra história. Lembrei-me de como a li pela primeira vez num livro chamado “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, de Stephen Covey.
A Morte do Artista
Tu vais a um funeral. Entras na igreja e
vês que está muita gente presente. Há muitos desconhecidos, mas há
também algumas pessoas que conheces: são da tua família, são amigos, são
colegas de trabalho, são presidentes de associações… O padre anuncia
que vão falar algumas pessoas dos vários grupos e tu conheces todos os
oradores. Para teu espanto, reparas então que o morto és tu. O que
gostarias que dissessem os que vão falar? Que “é pena que tenhas morrido
porque eras rico?”


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